sexta-feira, 16 de março de 2018

APLB-Sindicato na abertura do 13º Fórum Social Mundial, nesta terça, 13, em Salvador


O Fórum Social Mundial 2018 acontece em Salvador de 13 a 17 de março. A APLB-Sindicato participou da abertura do evento, nesta terça-feira (13/03), marcando presença na solenidade em homenagem ao casal de cientistas Zilton Andrade e Sônia Andrade e ao artista plástico e escritor Mestre Didi, cujo centenário foi celebrado em 2 de dezembro de 2017, que aconteceu na Reitoria da UFBA, a partir das às 14h30.
Logo após, a APLB participou da marcha de abertura do Fórum, levando as bandeiras de defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores e da Educação de qualidade para as ruas de Salvador, juntamente com os representantes dos outros movimentos sociais e populares. A marcha saiu do Campo Grande em direção à Praça Castro Alves, dando as boas vindas à população e aos visitantes que participam do FSM.
Com o tema “Resistir é criar, resistir é transformar”, os organizadores do 13º Fórum Social Mundial apontam a resistência como alternativa para enfrentar a onda de retrocessos, agendas recessivas e ultraliberais de governantes não comprometidos com as causas sociais e humanitárias. A palavra de ordem mais entoada na marcha foi o grito de “Fora Temer”.
             
      
O lema do FSM 2018 é “Resistir é criar. Resistir é transformar!”. As atividades devem convergir para os seguintes eixos temáticos: Ancestralidade, Terra e Territorialidade; Comunicação, Tecnologias e Mídias livres; Culturas de Resistências; Democracias; Democratização da Economia; Desenvolvimento, Justiça Social e Ambiental; Direito à Cidade; Direitos Humanos; Educação e Ciência, para Emancipação e Soberania dos Povos; Feminismos e Luta das Mulheres; Futuro do FSM; LGBTQI+ e Diversidade de Gênero; Lutas Anticoloniais; Migrações; Mundo do Trabalho; Um Mundo sem Racismo, Intolerância e Xenofobia; Paz e Solidariedade; Povos Indígenas e Vidas Negras Importam.
Programação:
13 de Março
11h: Coletiva de Imprensa do Coletivo Brasileiro do FSM 2018 e Conselho Internacional do Fórum Social Mundial.
15h: Marcha de Abertura – Resistir é Criar, Resistir é Transformar
19h: Show/Atividades Político-culturais
14 de Março
9h: Atividades de Convergências
14h30: Atividades Autogestionadas
17h: Atividades Autogestionadas
19h30: Atividades Político-culturais
15 de Março
9h: Atividades de Convergências
14h30: Atividades Autogestionadas
17h; Atividades Autogestionadas
19h30: Atividades Político-culturais
16 de Março
9h: Assembleia Mundial das Mulheres
12h: Reunião das Relatorias
12h: Atividades Autogestionadas
14h30: Atividades Autogestionadas
15h: Assembleia Mundial dos Povos, Movimentos e Territórios em Resistências
17h: Atividades Autogestionadas
20h: Ato Político-cultural Rumo ao FAMA
17 de Março
8h30: Ágora dos Futuros (Agenda de Ações Pós-Fóruns)
9h: Atividades Autogestionadas
11h: Atividades Autogestionadas
12h: Cortejo Cultural
14h30: Atividades Autogestionadas
17h: Atividades Autogestionadas
14h às 18h: Reunião do Conselho Internacional do FSM
18 de Março
9h às 18h: Reunião do Conselho Internacional do FSM
18h: Coletiva de Imprensa do Coletivo Brasileiro do FSM 2018 e Conselho Internacional do Fórum Social Mundial.

* Com informações do FSM

terça-feira, 6 de março de 2018

Professor Rui Oliveira participa, no México, do 18º Congresso da Federação Internacional de Sindicatos da Educação (FISE)


Veja no vídeo e nas fotos a seguir. Mais abaixo, texto e links sobre o evento.

     

A crise capitalista global, as guerras imperialistas, as organizações econômicas internacionais e as associações atacam os direitos de todos os trabalhadores e, claro, também os direitos dos professores.

Os problemas da educação e dos professores são cada vez mais agudos. O encolhimento das unidades escolares, as demissões dos professores, as reduções salariais, as violações dos sindicatos e dos direitos trabalhistas, a limitação das liberdades sindicais e democráticas, os ataques policiais contra professores que demonstram são algumas das medidas implementadas pela maioria dos governos nos cinco continentes.

O conteúdo da educação a todos os níveis está sendo adaptado à decisão da OCDE que quer que a educação seja uma mercadoria. Uma mercadoria que dá dinheiro à capital, mas que busca principalmente privar os alunos da classe trabalhadora da formação da consciência de classe e conhecimento sobre a verdade histórica e científica que inevitavelmente reforça a luta contra a exploração do homem pelo homem.

Os professores progressistas em todos os cantos do mundo estamos preocupados com a baixa qualidade da educação oferecida às novas gerações de crianças. Os pais também estão compreensivelmente preocupados sobre se seus filhos recebem conhecimentos essenciais e qualificações úteis nas escolas. Professores e pais, ambos estamos preocupados com as contínuas privatizações na educação. O setor educacional é de importância estratégica e a educação deve ser gratuita, pública e obrigatória para todos.

Em muitos cantos dos cinco continentes, estudantes e crianças menores de idade são mortos nas salas de aula pelos bombardeios e pelos conflitos militares, milhares de crianças se tornam imigrantes e refugiados para escapar das áreas onde os imperialistas produzem pobreza e guerras.

Nestas circunstâncias, é necessário acelerar e coordenar a ação dos sindicatos de professores. Defender a mão-de-obra, o salário, os direitos de segurança social dos professores em todos os níveis e simultaneamente para exigir educação benéfica e condições de ensino dignas em edifícios seguros, com o equipamento logístico apropriado. Queremos ensinar a verdade e o conhecimento científico às crianças. Para fornecer-lhes as ferramentas para avançar em suas vidas. Ensinar-lhes a respeitar a história do seu país, a cultura, as tradições e costumes de outros povos. Ensinar internacionalismo, solidariedade, coletividade, a necessidade de atitude militante em sua vida. Ensinar a amar os filhos do mundo, independentemente da sua cor, religião, sexo e idioma.

Após o bem sucedido e dinâmico 17º Congresso da FSM realizado em Durban, África do Sul, em que participaram 1.300 delegados de 112 países em todo o mundo, entendemos que é necessário ter uma melhor coordenação, compartilhar experiências, fortalecer a solidariedade entre os sindicatos, para aumentar as iniciativas militantes, para organizar e aumentar o espírito de luta de todas as organizações setoriais que pertencem à família grande, militante e internacionalista da FSM, como o FISE.

Estamos organizando o 18º Congresso do FISE em 4-5 de março na Cidade do México, no México. Neste congresso convidamos todos os sindicatos de professores que defendem os interesses da nossa classe, cada união que se opõe ao ataque à educação e aos professores. O 18º Congresso do FISE será um congresso militante democrático que elegerá a nova liderança. Lá, vamos discutir sobre os sérios problemas dos trabalhadores na educação e decidiremos o plano de ação e o fortalecimento do FISE para os próximos cinco anos.

Convidamos todos os sindicatos de professores militantes, independentemente da sua posição ideológica e política, para se juntarem a nós, para acompanhar o movimento militante dos professores, para lutar por um futuro melhor para todos nós. Para um futuro sem guerras e sem a barbaridade capitalista.

Entenda mais…

Desde que os trabalhadores começaram a se organizar no Século XIX, consideraram a organização internacional como peça chave para, o sindicalismo. A famosa frase de Marx e Engels, “trabalhadores do mundo, unam-vos” (1848) e a criação da Associação Internacional de Trabalhadores em 1864, são provas do sentimento internacionalista e da importância que a solidariedade internacional desde que o trabalho começou a se organizar.

A Federação Sindical Mundial (FSM), fundada em 1945, no bojo da derrota do nazi-fascismo e do avanço das lutas revolucionárias, sofreu duro golpe com a dissolução do bloco soviético no final dos anos 80. Hoje, a FSM se apresenta como polo aglutinador dos que se contrapõem às concepções conciliadoras e burocráticas, reafirmando o seu caráter classista. Portanto, o sindicalismo classista do mundo todo, precisa reagrupar suas forças empreendendo iniciativas para restabelecer o protagonismo internacional e fortalecendo a FSM.

A Federação Internacional de Sindicatos da Educação (FISE), é parte da FSM, foi fundada em julho de 1946, em uma conferencia em Paris, com a tarefa de unir os sindicatos e as organizações dos profissionais de todas as categorias e níveis da educação no mundo. Esta é uma grande tarefa que requer a unidade dos trabalhadores em educação dos cinco continentes. O Congresso Mundial de Educação veio num momento delicado para a economia mundial. A reestruturação de um setor tão importante para o desenvolvimento de uma nação é fundamental para o enfrentamento da luta de forma mais unificada e organizada.

Quem sou eu

Minha foto
PROFESSOR DO COLÉGIO MUNICIPAL DE ADUSTINA E COORDENADOR DA APLB-NÚCLEO DE ADUSTINA

TELEFONE PARA NÓS!

( 75 ) 9963 1940

Seguidores